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Como saber se você tem uma boa nota no POSCOMP?

Ouço muita gente questionando se tirou uma boa nota no POSCOMP (mais info), sendo que a maioria só consegue saber se está acima ou abaixo da média. Outros ficam indignados pois não tem a sua qualificação e apenas um dado aparentemente irrelevante, o desvio padrão.

Das aulas de estatística a gente aprendeu que a distribuição das notas de uma prova como o POSCOMP tende a ser normal (wikipedia) e sabendo a média e desvio padrão você pode saber a porcentagem de amostras que são superiores a um determinado valor.

Por exemplo, POSCOMP 2009 (fonte) – Média: 27,85231 -  D.P.: 9,150891

Então, se a sua nota foi 28 significa que você está acima da média, mas não significa que você tem nota maior do que mais de 50% das pessoas – que é dado pela a mediana. Mas vamos ao que interessa.

Se a sua nota for maior do 37 (média + dp) significa que você está entre os 16% com maiores notas. Bom resultado.

Se a sua nota for maior do 46 (média + 2 * dp) significa que você está entre os 2% com maiores notas. Ótimo resultado!

Entre 27 e 37 é bom que você tenha QI (cartas de recomendação) e/ou excelente currículo para passar em um bom programa de mestrado.

Abaixo de 27, melhor seguir outra carreira. Veja que mesmo com mestrado e doutorado não significa que você terá um emprego com um belo salário. Vejam só: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u641621.shtml

Se quiser saber exatamente qual a porcentagem de notas inferiores a sua é só fazer o seguinte.
r = (nota – média)/desvio
e ai compara o resultado disso (r) com uma tabela de distribuição normal (link).
- dica de Samuel Oliveira.

Boa sorte a quem for tentar carreira acadêmcia.

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The Kindlers Are (Not) Coming to Get Me

Estréio minha participação no Arautaba do darlinton.net com uma discussão levantada hoje junto aos companheiros do itBrasil.

Estava lendo uma coluna do IEEE Spectrum de agosto*, que tinha o título “The Kindlers Are Coming to Get Me, E-books are not for everybody” e achei muito engraçado, pois retrata algumas coisas que andei pensando nos últimos tempos.

Um hábito que desenvolvi desde que meu dia começou a ficar curto (mestrado, trabalho, atividades e estudos extras) foi o de ler. Comecei com um livro, aguardei um tempo, comprei outro, e percebi que nos últimos 3 anos já acumulo algo em torno de… sei lá, 50 livros lidos… ler livros se tornou um teletransporte para outro mundo, um momento onde eu descanso como se usasse uma área do meu cérebro enquanto a outra descansa das linhas de código, dos planejamentos diários ou do acompanhamento das atividades do projeto no qual estou trabalhando.

Enquanto viajava de férias em julho/agosto deste ano percebi a quantidade de pessoas lá fora, no metrô, nos trens que peguei e até no avião, que lê livros eletrônicos. Eu simplesmente não consigo, não acho graça. A graça da leitura está justamente no passar de páginas, naquela coisa lúdica, pitoresca, no marcar a página e guardar para ler depois. Geralmente acho cansativo ler até pdf’s, seja para uma consulta mais rápida, e até cheguei a pensar… acho que nunca compraria um Kindle ou algo similar para ler e-books. Prefiro a graça de comprar meus próprios livros, de papel, ou de tomá-los emprestados.

Bom, a minha opinião é praticamente a mesma da autora, qualquer coisa a mais que eu dizer serei redundante ao artigo, que prefiro que vocês leiam. Pesquisei pela versão online e achei em:

http://www.spectrum.ieee.org/geek-life/tools-toys/the-kindlers-are-coming-to-get-me

O mesmo tópico, lançado aos meus amigos do itBrasil, lançou no ar algumas questões:

  • Livros técnicos são melhores quando eletrônicos porque podemos usar CTRL+F.
  • Livros técnicos eletrônicos no Kindle são uma ótima idéia!
  • Livros físicos são ótimos, mas e o espaço?
  • Eu e meus amigos preferimos imprimir artigos (e rabiscá-los) no lugar de ler pelo computador.
  • Será que vou mudar de opinião com o advento do E Ink? O futuro promete!
  • Sendo livro o assunto, eis uma dica de livro do Dárlinton, WWW:Wake de Robert J. Sawyer.

*PS: A versão que eu li foi na própria revista, de papel ;-)

by Robert J. Sawyer

(Author)

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Padrões Para Introduzir Novas Ideias na Indústria de Software

Um belo exemplo de arte na ciência da computação.

Uma defesa de dissertação de mestrado inusitada e bem ilustrativa sobre padrões para introduzir novas ideias na indústria de software.

Segue o link:
http://pangeanet.org/profiles/blogs/video-padroes-para-introduzir

Defesa de dissertação de mestrado em Ciência da Computação de Daniel Cukier e apresentada no dia 11/05/2009 no Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo
(IME-USP)

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